São Paulo/SP, 27 de fevereiro de 1914 -------- Taubaté/SP, 11 de maio de 1988)
Sônia Carvalho (Maria de Nazaré Reis), iniciou a carreira em 1929, na Rádio Educadora Paulista.
Em 1934 gravou na Odeon seu primeiro disco, com a marcha "Beijos" e o samba "Vejo o céu todo estrelado" (ambos de André Filho). Logo depois, foi para a Victor, que procurava uma substituta para Carmen Miranda, então na Odeon.
Em seu primeiro disco na Victor lançou os sambas "A infelicidade me persegue" e "O dia morreu", ambos de Assis Valente, o segundo em dueto com o compositor.
Seus gêneros prediletos eram as canções românticas e regionais e as versões de melodias famosas, mas gravou também sambas e marchas por interesse das gravadoras. Seu repertório incluiu músicas de Ary Barroso, André Filho, Floriano Pinho e outros, e duas composições de sua autoria: a marcha "Te logo" e o samba "A vida é um samba", este último em parceria com Ivani Ribeiro.
Em 1936 foi contratada pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, que estava sendo inaugurada, tornando-se uma das cantoras mais bem pagas da emissora. Em 1937 gravou na Columbia seus dois últimos discos. No mesmo ano casou-se e abandonou a carreira.
Teve um programa infantil na Rádio Educadora Paulista onde apresentava novos talentos.
Deixou uma discografia que vai de 1934 a 1937, totalizando dez discos com 20 músicas. Em 1939 lançou Nelson Gonçalves, recomendando-o ao então diretor da Rádio São Paulo, o maestro Gabriel Migliori.
Fonte: MPB Cifrantiga.
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